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Disfunção erétil em jovens: por que ocorre e como tratar

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Para qualquer homem, seja qual for a idade, falar sobre problemas relacionados ao desempenho sexual é sempre um desafio. No entanto, é preciso saber que a disfunção erétil em jovens pode ocorrer e, ainda que normalmente não represente uma ameaça, merece atenção.

Se você chegou a este artigo por ter dúvidas sobre o que pode causar e como tratar essa disfunção, está no lugar certo. Aqui, vamos mostrar a origem mais provável e seu tratamento. Fique com a gente!

O que é disfunção erétil?

A disfunção erétil — que até poucos anos era chamada de impotência sexual — é caracterizada pela dificuldade ou incapacidade de atingir ou manter uma ereção satisfatória para a relação sexual. Ela também pode se manifestar com episódios de ejaculação precoce e redução do interesse sexual.

De acordo com um estudo da Universidade de São Paulo divulgado pelo Ministério da Saúde, essa situação pode atingir cerca de 45% dos homens brasileiros com mais de 18 anos. Isso mesmo, 18 anos! Uma prova de que a disfunção erétil pode ocorrer, sim, em pessoas mais jovens.

Quais os tipos de disfunção erétil?

Existem dois tipos de disfunção erétil, classificados de acordo com o desenvolvimento do problema e sua manifestação:

  • disfunção erétil primária: o homem nunca foi capaz de alcançar ou manter uma ereção. É mais rara e na maioria das vezes está ligada a anormalidades anatômicas ou fatores psicológicos, e
  • Disfunção erétil secundária: ocorre quando o homem anteriormente era capaz de alcançar ereções. É a mais comum e, em 90% dos casos, têm causa orgânica. Podem ocorrer dificuldades psicológicas que agravam o problema.

O que pode causar a disfunção erétil em jovens?

Recentemente, publicamos um artigo que trata detalhadamente sobre a disfunção erétil, suas características e tratamento. Para saber tudo sobre o que pode causar esse problema, você pode ler aqui este material na íntegra.

No entanto, quando falamos em disfunção erétil em jovens, esse panorama muda um pouco. Salvo algumas exceções — em que o homem tem alguma comorbidade —, boa parte dos casos têm origem em fatores psicológicos.

Assim, um rapaz que tem saúde normal, com indíces hormonais estáveis, também pode ter problemas para atingir ou manter a ereção pela chamada “ansiedade de desempenho”, quando o próprio homem coloca sobre si a responsabilidade de não “falhar” durante a relação sexual.

O estresse e o cansaço são outros agentes que aumentam as chances de uma disfunção erétil em homens jovens, assim como o nervosismo, como nos inícios de relacionamentos.

Quando é preciso consultar um médico?

É compreensível que haja um receio em procurar atendimento médico quando se trata de saúde e desempenho sexual. Mas é preciso investigar a causa da disfunção para evitar que ela se torne um problema crônico.

Neste sentido, o primeiro passo é identificar se trata-se de uma ocorrência isolada ou se a dificuldade antes e durante a relação sexual tem se tornado frequente. Outros pontos a observar são:

  • ausência de ereção noturna ou reflexas;
  • redução da libido e/ou
  • ejaculação precoce.

Lembre-se que estes sinais são decisivos da presença de uma disfunção erétil. Mas é bom tê-los em mente para informar o médico durante a consulta. Isso vai ajudar no diagnóstico.

Como é o diagnóstico da disfunção erétil?

A primeira providência é buscar um profissional especializado — de preferência, um urologista — para a avaliação da sua condição de saúde e as causas dessas ocorrências.

Neste momento, o especialista irá fazer uma série de perguntas sobre a sua rotina, hábitos (como consumo de álcool, cigarro e outras drogas) e atividade sexual. Ele também poderá solicitar exames para checar pressão arterial, níveis do açúcar no sangue, alguns hormônios como a testosterona e tireoidianos, colesterol e peso.

Existe tratamento para a disfunção erétil em jovens?

Sim, certamente. Caso fique constatado algum fator orgânico, o urologista vai definir o tratamento adequado, de acordo com o problema detectado. Nos casos em que a disfunção é causada por questões emocionais e psicológicas, normalmente é recomendado o acompanhamento conjunto do médico e um psicoterapeuta.

Dependendo do nível de ansiedade e estresse, pode ser necessário o uso de algum medicamento. Nesta situação, é sempre importante ter clareza de que esse tipo de tratamento pode levar algum tempo para mostrar efeitos. O ideal é tentar manter a mente tranquila, longe de cobranças, para que o seu desempenho volte a ser satisfatório naturalmente.

Se você está em Florianópolis e deseja saber mais sobre essa condição, ou passar por uma avaliação profissional, pode agendar sua consulta na Uromed aqui mesmo pelo site, com praticidade e rapidez, e contar com atendimento e estrutura de excelência.

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