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Disfunção erétil frequente: saiba o que pode ser!

Falar sobre os problemas sexuais ainda causa constrangimento entre a maioria dos homens. No entanto, a disfunção erétil é mais comum do que se imagina. De acordo com a Sociedade Brasileira de Urologia, cerca de 50% dos homens brasileiros acima dos 40 anos apresentam esse distúrbio.

Por essa razão, preparamos este material. Aqui, vamos esclarecer algumas dúvidas sobre a disfunção erétil frequente e suas causas mais comuns. Acompanhe este artigo e descubra, nas próximas linhas, a hora correta de procurar um urologista e como tratar esse distúrbio.

O que é disfunção erétil frequente?

Alguns homens podem ter, eventualmente, dificuldades de ereção. Quando ocorre ocasionalmente, esse incômodo costuma ter, como causa, diversos fatores. Os principais deles são: estresse, ansiedade e/ou cansaço. 

Estas situações podem se passar com qualquer homem e são consideradas, de certa forma, normais. No entanto, caso os episódios sejam repetitivos, podem configurar a disfunção erétil frequente. Este distúrbio ocorre quando o homem:

  • não consegue atingir uma ereção ou exige maior necessidade de concentração e tempo para conseguir a ereção;
  • apresenta ejaculação rápida ou precoce;
  • apresenta ereção menos rígida e mais flácida;
  • apresenta redução do interesse sexual.

Quais as causas mais comuns desse distúrbio?

A disfunção erétil frequente é, na realidade, um sintoma que pode estar relacionado a diversas doenças ou condições. A maioria dos casos está associado a anomalias dos vasos sanguíneos ou nervos do pênis, mas também pode ter ligação com outras causas, como, por exemplo:

  • problemas de circulação. A aterosclerose pode afetar as artérias do pênis;
  • diabetes mellitus;
  • complicações da cirurgia de próstata;
  • doenças neurológicas, como a esclerose múltipla ou Parkinson;
  • distúrbios hormonais;
  • excesso de peso e sedentarismo;
  • uso de determinados medicamentos (contra hipertensão arterial ou aumento da próstata, ou medicamentos utilizados para tratar a depressão).

Envelhecimento e disfunção erétil

disfunção erétil costuma se tornar mais frequente com o envelhecimento. No entanto, ela não precisa ser um empecilho para a vida sexual dos idosos. Nestes casos, vale conversar com o médico sobre a possibilidade de reposição hormonal caso não sejam encontradas outras causas.

Em alguns casos, a disfunção erétil pode vir em consequência de problemas psicológicos como ansiedade, depressão ou fatores que diminuem a disposição. Assim, o distúrbio pode ser situacional.

Quando procurar ajuda profissional?

Como dissemos há pouco, um episódio eventual de dificuldade de ereção pode ocorrer a qualquer pessoa e isso não deve ser, inicialmente, uma preocupação. Porém, se essa disfunção se tornar recorrente, é preciso começar a investigar os fatores que têm causado esse distúrbio.

Além disso, você pode observar alguns sinais que indicam a necessidade de avaliação médica. Fique atento se tiver:

  • ausência de ereções durante a noite ou ao acordar;
  • dormência na região entre as nádegas e área genital;
  • fraqueza muscular ou tremores

Somados ou isolados, estes sintomas são indicativos que chegou a hora de procurar um médico urologista. 

Como a disfunção erétil pode ser tratada?

Mencionamos que a disfunção erétil é um sintoma que pode ser associado a diversas doenças. A boa notícia é que grande parte das causas desse distúrbio são tratáveis. Na primeira consulta, o médico faz perguntas sobre os sintomas do homem e o histórico médico. 

Para concluir o diagnóstico, pode ser necessária a realização de exames complementares, como a dosagem dos níveis hormonais. Em determinados pacientes, ultrassonografias e monitoramento doméstico das ereções podem ser requisitados.

Os métodos terapêuticos dependem da causa que leva à disfunção. Geralmente, ao iniciar o tratamento da doença de base, o distúrbio já começa a mostrar sinais de melhora. Neste sentido, essa prática pode envolver:

  • educação e aconselhamento a respeito de possíveis causas psicológicas;
  • medicamentos inibidores de fosfodiesterase administrados por via oral;
  • uso de dispositivos mecânicos ou intervenção cirúrgica.

Em alguns casos, durante a consulta, o urologista pode identificar a necessidade de diagnóstico por outra especialidade médica. Neste caso, o mais indicado é pedir a recomendação sobre o profissional mais indicado para o próprio médico. 

É sempre bom ter em mente que a disfunção erétil pode ter relação direta com o estilo de vida. Assim, a adoção de dieta equilibrada e prática de atividade física pode ser uma mudança de hábitos que se reflete em aumento do bem-estar, diminuição da ansiedade e, consequentemente, melhora no desempenho sexual.

Se este artigo foi útil para identificar alguns sinais de que você pode precisar de uma orientação especializada, sinta-se à vontade para entrar em contato conosco. Faremos questão de responder às suas dúvidas.

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Dra Ivana

Drª Ivana Fernandes de Souza

Ginecologista 
CRM 5933 / RQE 3717

  •  Especialista em Ginecologia pela Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia
  • Pós graduada em Medicina do Adolescente pela Faculdade de Ciências
    Médicas de Minas Gerais
  • Fellow em Ginecologia da Infância e Adolescência pela Federação Internacional da especialidade (FIGIJ)
  •  Professora do Curso de Medicina da Universidade do Sul de Santa Catarina.
Dra Ivana

Drª Ivana Fernandes de Souza

  •  Especialista em Ginecologia pela Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia
  • Pós graduada em Medicina do Adolescente pela Faculdade de Ciências
    Médicas de Minas Gerais
  • Fellow em Ginecologia da Infância e Adolescência pela Federação Internacional da especialidade (FIGIJ)
  •  Professora do Curso de Medicina da Universidade do Sul de Santa Catarina.

Drª Caren Leivas Pozzer

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